
Tirando o Al Gore, ninguém ganha o Prêmio Nobel à toa. Gabriel García Márquez, escritor colombiano, é um dos que ganhou mais do que merecidamente esse prêmio, - lembrando que Gore ganhou o da Paz, e Gabito o de Literatura - em 1982. Para quem gosta de bons livros (Harry Potter e similares não se enquadram nessa categoria), a obra de Gabito é obrigatória.
Acabei de terminar sua autobiografia, Viver para contar (Vivir para contarla, no original), e achei sensacional. Garcia Márquez conta sua vida desde a infância em Aracataca, um pequeno povoado na costa caribenha da Colômbia, até sua partida para a Europa, como correspondente internacional do El Heraldo, um jornal de Barranquilla.
Viajando por sua memória, pude ver toda a dificuldade de viver numa Colômbia completamente instável politicamente em meados do século XX. Estudos de literatura, uma carreira jornalística acidental e dificuldades financeiras ditam o tom na vida do escritor. Esses fatores, além de sua família, são as principais fontes de onde o professor Gabo tirou os personagens marcantes de suas principais obras.
Falando nelas, devo dizer que Cem anos de solidão e O amor nos tempos do cólera são obras geniais, que todo mundo deveria ler. Quem quiser aprender sobre Realismo Fantástico, não precisa ver mais nada na vida. Bom, talvez A metamorfose, de Franz Kafka, que aliás foi uma das maiores influências literárias de Gabito.
Para os jornalistas, recomendo Relato de um náufrago, série de reportagens para o El Espectador escrita por Gabriel García Márquez nos anos 1950. Nessa obra, é contada de forma magistral a vida de Luís Alejandro Velasco, um tripulante que se salvou de um naufrágio de um navio de guerra colombiano. Sem dúvidas, uma aula de jornalismo.
Gabito tem 81 anos e vive hoje em Cuba, onde luta contra um câncer linfático. Desejo pronta
recuperação ao gênio, e agradeço por cada linha escrita por ele.
"A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la." - Epígrafe de Viver para Contar.
Acabei de terminar sua autobiografia, Viver para contar (Vivir para contarla, no original), e achei sensacional. Garcia Márquez conta sua vida desde a infância em Aracataca, um pequeno povoado na costa caribenha da Colômbia, até sua partida para a Europa, como correspondente internacional do El Heraldo, um jornal de Barranquilla.
Viajando por sua memória, pude ver toda a dificuldade de viver numa Colômbia completamente instável politicamente em meados do século XX. Estudos de literatura, uma carreira jornalística acidental e dificuldades financeiras ditam o tom na vida do escritor. Esses fatores, além de sua família, são as principais fontes de onde o professor Gabo tirou os personagens marcantes de suas principais obras.
Falando nelas, devo dizer que Cem anos de solidão e O amor nos tempos do cólera são obras geniais, que todo mundo deveria ler. Quem quiser aprender sobre Realismo Fantástico, não precisa ver mais nada na vida. Bom, talvez A metamorfose, de Franz Kafka, que aliás foi uma das maiores influências literárias de Gabito.
Para os jornalistas, recomendo Relato de um náufrago, série de reportagens para o El Espectador escrita por Gabriel García Márquez nos anos 1950. Nessa obra, é contada de forma magistral a vida de Luís Alejandro Velasco, um tripulante que se salvou de um naufrágio de um navio de guerra colombiano. Sem dúvidas, uma aula de jornalismo.
Gabito tem 81 anos e vive hoje em Cuba, onde luta contra um câncer linfático. Desejo pronta
recuperação ao gênio, e agradeço por cada linha escrita por ele.
"A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la." - Epígrafe de Viver para Contar.
Um comentário:
Eu gosto muito do que ele escreve, mas conheço pouco ainda. Li Memória de Minhas Putas Tristes e achei sensacional tanto pela história quanto pelo estilo da escrita.
Se você quiser me emprestar a autobiografia dele, nem vou achar ruim. Mas se não quiser, eu vou entender! rss
Bjo!
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